TURISMO - Pesca Esportiva     

 

A pesca esportiva no Brasil vive um momento único, uma aurora, um grande despertar. Nunca se falou tanto na pesca esportiva e no Estado do Pará , como um importante e imperdível destino para aqueles que são os grandes aficionados deste esporte milenar.

O Pará, no coração da Amazônia, abriga alguns dos mais expressivos afluentes do Rio Amazonas como o Tapajós, o Trombetas e seus lagos, Nhamundá, o misterioso Xingú, e o Araguaia - Tocantins, além de incontáveis lagos e lagoas, e um litoral de beleza ímpar, onde está encravada no delta amazônico, a ilha de Marajó, a maior ilha marítimo - fluvial do mundo.

E nesse despertar, vem toda a preocupação e o cuidado do Governo do Estado com a conservação das riquezas naturais que o Pará detém. Ao apresentar ao mundo o que tem de mais precioso, seus rios, suas florestas, sua fauna e flora, invoca naqueles que de tudo possam usufruir e aproveitar, um espírito guardião e admirador. Urge, portanto, que adote a filosofia do "pescar e soltar" para garantir a sobrevida das espécies e a boa pescaria de futuras gerações. Conclama aos pescadores, que preservem a natureza encontrada nas suas buscas pelos maiores e os mais valentes peixes.

O turismo, hoje uma meta prioritária do Governo do Pará, pode gerar empregos para sua população e importantes divisas para o seu desenvolvimento, com esse intuito, vem sendo desenvolvido, desde 1995, um projeto especial para a pesca esportiva, dando incentivo a uma atividade que, sendo verdadeiramente esportiva, não depreda e aproveita ao máximo o que nós temos de melhor: a natureza.

 

Peixes

 

O Paraíso tem peixes?

Com tantos rios, lagos e o litoral, peixe é o que mais tem na região e a característica mais marcante da pescaria no Pará é a incrível fartura das espécies.

Nesta vasta e prístina região, você vai adentrar em áreas remotas, explorar as cabeceiras de rios que ainda não sofreram a interferência do homem da cidade, e ir ao encontro daquela emoção de sentir a explosão do tucunaré fisgando na sua linha, fazendo suas acrobacias no ar, sacudindo as águas de seu corpo cintilante.

Na ressaca das cachoeiras e no rebuliço das corredeiras, vai travar luta com a voraz cachorra de gigantescas presas, correndo célere com a correnteza ou vigilante nos remansos. Vai batalhar outros brigões, que nem o bicuda, o mais impertinente e melhor saltador de todos, ou o agressivo matrinxã, que garante um espetáculo inesquecível com o vigor de suas corridas laterais. O pesado e poderoso jaú vai lhe dar lembranças de uma vida com suas tentativas de fuga, carregando sua linha e sua isca para as profundezas dos rios. Sem falar da piranha, que mais parece um pacú de bom tamanho, e o trairão com seu aspecto pré- histórico e as espécies de água salgada como o fugidio tarpon, a pescada amarela e a cavala.

 

 

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES              

 

Seu equipamento de pesca deve incluir caniços e "flys" para uma variedade de tamanhos de peixes. É recomendado levar empates de aço para evitar que a linha seja cortada por uma mordida. Roupas leve é tudo o que você vai precisar, em qualquer época, pois o Pará é quente o ano inteiro. Escolha algo confortável e que lhe proteja do sol, como boné ou chapéu de aba larga, além do filtro solar e óculos escuros. Geralmente o dia do pescador começa cedo, parando ao meio- dia quando o sol está forte demais e o vento pára. Beba bastante líquido. E é bom levar um repelente, embora muitas regiões surpreendam pela ausência de uma variedade de espécies e de situações. No mesmo local onde você fisga um aruanã de apenas 5 kg, poderá sentir o arranque de jaú de 100kg. Leve um bom sortimento de varas e de material de pesca leve/médio/pesado, anzóis de aço sem farpas de resistência variada, molinetes de boa qualidade para linha de calibre 8 a 30 libras, uma variedade de spinners, jigs, colheres, plugs, leaders metálicos (para não deixar aqueles gigantes fugirem), alicate, canivete, fita métrica e balança portátil e, é claro, máquina fotográfica e bastante filme para documentar seus troféus.