LAZER – Teatros - Manaus

 

O Teatro Amazonas, em Manaus, completou 100 anos no dia 31 de dezembro de 1996.

 

www.amazonlife.com/amazon/cul/TEATRO.HTM

LAZER – Teatros – Manaus        

 

Inpa

 

Av. André Araújo, 1.756, Aleixo. Aberto à visitação, das 8 às 17h30 (Bosque da Ciência).

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia funciona há 44 anos desenvolvendo pesquisas nos campos da ciência e da tecnologia. A visita começa pelo Bosque da Ciência, que abriga uma amostra de milhares de espécies da flora amazônica e dezenas de animais, como por exemplo a ariranha (pteronura brasiliensis) e o peixe-boi (trichechus inungus). O Bosque oferece ainda passeios de canoas, caminhadas por trilhas suspensas e visitas à Casa da Ciência, onde há uma grande coleção de insetos.

 

 

Teatros

 

v       Américo Alvarez

 

R: Ramos Ferreira, 1.572, Centro.

F: 234.4829.

Capacidade: 150 lugares

 

v       Cecomiz

 

Estrada do Contorno, 1.400, Distrito Industrial.

F: 237.2832.

Capacidade: 600 pessoas

 

v       Teatro da Escola de Mineração Gilberto Mestrinho

 

Av. Brasil, 1.102, Compensa.

F:238.4008.

Capacidade: 480 lugares

 

v       Teatro Oficina Cleonice Alves de Freitas – Sesc

 

R: Henrique Martins, 427, Centro.

F: 622.2699.

Capacidade: 60 pessoas

 

Manaus, outros:  www.terra.com.br/cidades/mns

 

LAZER - Teatros

 

Belém

 

Teatro Experimental Waldemar Henrique

 

Av. Pres. Vargas, 645, Pça. da república, Centro.

Tel: (91) 222-4762.

De 5ª às 21ª; 6ª, às 18h30 e 21h; Sáb., às21h; Dom., às 11h e 21h.

Conforme o próprio nome, o teatro serve de apoio aos artista e companhias de teatro que estão começando. O lugar possibilita a montagem nas mais variadas formas. Tanto à italiana, que é o sistema tradicional, quanto no formato de arena, quando a montagem é feita no centro da platéia. Capacidade para 120 pessoas.

 

Teatro Gabriel Hermes

 

Av. Dr. Freitas, s/n°, Marco.

Tel: (91) 226-8196.

Administrado pelo Serviço social da Indústria (SESI), é utilizado para shows de música e dança, palestras e peças teatrais. Possui um palco de 180 metros quadrados em madeira e capacidade para 428 pessoas.

 

Teatro Margarida Schiwwazappa

 

Av. Gentil Bittencourt, 650, Nazaré.

Tel: (91) 222-2923.

Inaugurado em 1985, homenageia a professora, atriz e diretora que lecionou na Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará. O teatro é em estilo italiano e arquitetura moderna. Seu palco tem 17 metros de largura. De seus 6 camarins, 2 são coletivos, com iluminação e som  próprios. O teatro é refrigerado por uma central de ar e a platéia é acarpetada e com poltronas estofadas. Possui 2 camarotes. Capacidades: 528 lugares.

 

Teatro da Paz

 

Praça da República, s/n, centro.

Tel: (91) 224-7305.

De 3ª  a 6ª, das 9 às 18h (visitas).

Considerado um dos mais bonitos do Brasil, o Teatro da Paz foi construído pela iniciativa privada nos tempos áureos da borracha. As obras foram iniciadas em 1868 e apenas 10 anos mais tarde foram concluídos. Todo em estilo neoclássico, com colunas gregas na fachada, o projeto é do pernambucano José Tubúrcio de Magalhães. Os lustres de bronze e cristal foram importados da França e as bancadas de ferro trabalhado que amparam as frisas e os camarotes da Inglaterra. O chão do teatro é em pau amarelo, pau vermelho e acapu, madeira amazônicas. Na platéia existem 278 lugares, somados às frisas, proscênios e camarotes totalizam 1.100 lugares. Hoje, por motivo de segurança, apenas 880 são ocupados. As cadeiras são de palhinha por causa do clima da região. Pelo mesmo motivo, desenvolveu-se na época um sistema de ventilação especial. Um ventilador manual era movido sobre o forro e as saídas de ar ficavam sob as cadeiras.

O pano de boca foi pintado por Carpezan e faz uma homenagem à república. No forro, pinturas de Domênico de Angelis fazem apologia ao deus greco-romano, Apolo, à música, à pintura, à literatura e à Amazônia. As tintas douradas presentes na sala de espetáculos foram feitas à base de ouro 18 quilates. Onde funcionava um bar, agora existe uma galeria de arte, com esculturas doadas por outros teatros e um painel dos recitais apresentados em seu palco. Entre eles, o de Guiomar Novaes e o do paraense Arnaldo Rebelo. A figura mais ilustre, no entanto, é Carlos Gomes. O maestro faleceu em Belém, depois de apresentar a ópera "O Guarany". Da máscara mortuária, fez-se um busto de borracha que permanece exposto na galeria. O teatro é tombado pelo instituto do Patrimônio Histórico Nacional.

 

Belém, outros:  www.terra.com.br/cidades/bel/programacao/