LAZER – Museus – Manaus      

 

Museu Amazônico

 

R: Ramos Ferreira, 1036, Centro.

F: 234.7223/ Fax: 233.7223.

De 2a a 6a, das 8 às 12h e das 14 às 18h.

Foi organizado de modo a facilitar o trabalho de pesquisa sobre a memória antropológica, histórico, social e cultural da região amazônica em seus diferentes períodos históricos. Não cobra taxa de visita.

 

Museu Crisantho Jobim

 

R: Frei José dos Inocentes, 117, Centro.

F: 232.7077.

De 2a a 6a das 14 às 17h.

Conta com aproximadamente 450 peças, referente à história, etnografia e arqueologia da região. Não cobra taxa de visita.

 

Museu de Ciências Naturais da Amazônia

 

Estrada Belém, s/n, Colônia Cachoeirinha Grande, atrás do Conjunto Petros, Aleixo.

F:644.2799.

De 2a a sábado, das 14 às 17h, inclusive feriados.

Administrado pela Associação Naturalista da Amazônia, possui uma variada coleção de borboletas, insetos e peixes raros da região.

 

Centro Cultural Palácio Rio Negro

 

R: 07 de Setembro, s/n, Centro.

F: 622-2880.

De 3a a dom., das 12 às 21h.

O casarão foi construído no início do século pelo alemão Waldemar Scholz, um comerciante que possuía uma empresa de exportação de borracha e exploração de seringais. O local ia servir como sua residência, mas o proprietário não conseguiu terminar a construção, vendendo-a para o governo do estado, que após concluir a obra passou a usa-lo como sede e residência dos governadores. Em 1979 teve início uma restauração do palácio. Durante quatro anos foram restabelecidas as cores originais e a recuperação do mobiliário de época, além da instalação de um sistema de refrigeração.

Em 1980, o palácio foi tombado pelo patrimônio histórico, para ser reaberto, como Centro Cultural, só em 1997. O objetivo do centro é valorizar a expressão cultural regional em suas diversas modalidades. Para tanto, são desenvolvidos oficinas, cursos, produção e promoção de exposições, ciclos semanais de filmes de arte, apresentações de teatro adulto e infantil, concertos de MPB com compositores amazonenses e concertos de música erudita. O Centro Cultural possui sete espaços para exposições de arte, teatro de câmara, coffee shop, cineclube e restaurante.

 

Museu de Minas e Rochas “Carlos Isotta”

 

Av. André Araújo, 2.150 (DNPM), Aleixo.

F: 611.1112.

De 2a a 6a, das 8 às 12h e das 14 às 17h.

Museu de Numismática / Museu Tiradentes

Pça. Heliodoro Balbi, s/n, Centro. F: 622.4922. De 2a a 6a, das 8 às 13h.

Possui valioso e raro acervo de moedas, cédulas e condecorações históricas.

 

Museu do Homem do Norte

 

Av. 7 de Setembro, 1.385, Centro.

F: 232.5373.

De 2a a 5a, das 9 às 12h. e das 13 às 17h; 6a das 13 às 17h.

Criado pela Fundação Joaquim Nabuco em 1985, o museu mostra modo de vida da população local sob os enfoques antropológico e didático.

 

Museu do Índio

 

R: Duque de Caxias, 356, Centro.

F: 234.1422.

De 2a a 6a da s 14 às 16h30; sáb. das 8h30 às 11h30.

Apresenta peças artesanais produzidas por indígenas de diversas tribos da região amazônica, tais como utensílios domésticos, armas, adornos, e animais empalhados. Idealizado e mantido pela Irmão Salesianas, foi fundado em 1952.

 

Museu do Porto

 

R: Vivaldo Lima, 61, Centro.

F: 232.0096.

De 2a a 6a das 8 às 11h. e das 13 às 17 h.

Mantém em exposição cerca de 300 peças, que contam a história da navegação, do porto e do comércio da fase áurea da borracha.

 

CINE TEATRO GUARANY – O Cine Teatro Guarany fica na Vila Ninita. Telefone 232-4450. Horário de visitação: 10h às 17h, terça à sexta e 16h às 21h, sábado e domingo.

 

ERCAM – Espaço de Referência Cultural que valoriza a cultura regional, exibindo a vida do caboclo. A exposição é permanente e mostra um barco regional, uma casa de caboclo, uma maloca indígena e uma casa de farinha. Atrás do Centro Cutural Palácio Rio Negro.

 

MUSEU DE NUMISMÁTICA – Acervo formado por coleções de moedas da antiga Grécia, do Império Romano, do Brasil em seus períodos de Colônia, Império e República, além de moedas, cédulas e valores circulantes de várias partes do mundo, medalhas e condecorações várias, somando 12 mil peças. No anexo da Vila Ninita.

 

PINACOTECA DO AMAZONAS – Acervo constituído por mais de 350 obras de arte. Fica nos altos da Vila Ninita, no complexo do Centro Cultural Palácio Rio Negro.

 

 

Museu Paraense Emílio Goeldi:   www.museu-goeldi.br

 

Emil Augusto Göldi – Nasceu na Suíça, em 28 de agosto de 1859.

Com 23 anos de idade, veio ao Brasil à serviço do Governo Imperial, mas após a Proclamação da República havia sido demitido do Museu Nacional. O então Governador do Pará, Lauro Sodré, sabendo dos serviços reservados ao Museu Paraense e conhecendo a capacidade do zoólogo Emilio Goeldi, convidou-o para dirigi-lo. Goeldi chegou ao Pará, no dia 07 de junho de 1894, então com 35 anos. O governador deu-lhe amplas condições financeiras; mas seu principal interesse científico, pois ansiava conhecer e viver na Amazônia. Assumiu a direção da Instituição já no dia 09. No dia 16 de março de 1895, todo o acervo do Museu mudou-se para a área onde está instalada hoje, e no mesmo ano foi criado o Parque Zoobotânico, que pelo dinamismo com que era administrado foi inaugurado e aberto ao público no dia 15 de agosto daquele mesmo ano. É inegável que o prestigio Internacional deste cientista trouxe tantos outros à Amazônia, onde muitos chegaram a morrer de febre amarela e viroses tropicais desconhecidas.

Goeldi não se limitava às atribuições administrativas, pesquisou, interpretou e deixou registrado estudo que até hoje norteiam a formação acadêmica de quem envereda pela zoologia, botânica, geologia, antropologia. Contou com a colaboração dos cientistas Jacques Huber – botânico, Emilia Snethlage – zoóloga, Katzer e Kraatz – geólogos, Adolfo Ducke – etnólogo e botânico.

Seu trabalho contribuiu decisivamente para determinar o fim do litígio com a França, pela posse do território do Amapá, pois foi através de um importante levantamento científico que abrangia a geografia, geologia, fauna, flora, índios, sítios arqueológicos, bem como as condições sociais e o espírito de convivência entre habitantes brasileiros e imigrados franceses que o Brasil ganhou a questão do Contestado e assim o Amapá foi incorporado ao território do Pará pelo Laudo de Berna, no dia 1º de dezembro de 1900.

Pelo decreto nº 933 de 31 de dezembro de 1900, Paes de Carvalho resolveu dar a denominação de “Museu Goeldi” ao Museu Paraense. Foi alterado em 03 de novembro de 1931, pelo então Interventor Joaquim de Magalhães Barata, através do Decreto 525 para o que é até hoje: Museu Paraense Emílio Goeldi.

Já com a saúde delibitada, Emílio Goeldi solicitou a resignação do cargo de Diretor do Museu ao então Governador Augusto Montenegro, que juntamente com Lauro Sodré e Paes de Carvalho; emprestaram-lhe todo o apoio moral e financeiro de acordo com os limites econômicos do Pará a época e mantiveram-no no cargo.

Emílio Goeldi retornou a Suíça em 22 de março de 1907, falecendo em Zurique no dia 05 de julho de 1917 aos 58 anos de idade.

 

Museus Belém:  www.terra.com.br/cidades/mns

 

Outros: Virtuais Internacionais

 

Museu de História Natural do Reino Unido: www.amnh.org/exhibitions/fightingdinos

 

Museu de História Natural do Reino Unido: www.nhm.ac.uk

 

Museu do Louvre: www.louvre.fr

 

Outros Museus Virtuais:  Veja nosso Banco de Links - Museus